O futuro está no Mr. Fusion.

The Mr. Fusion Home Energy Reactor was the name of a power source used by the DeLorean time machine. The actual unit was manufactured by Fusion Industries.
Also known as the fusion generator, the Mr. Fusion Home Energy Reactor converted household waste to power the time machine's flux capacitor and time circuits using nuclear fusion. (It is thought that this is cold fusion.)
We first see the Mr. Fusion when Emmett Brown comes back from 2015. He rumages through Marty's trash can, to find a banana peel, a can, and some other pieces of garbage. Which, in turn, suggests that the Mr. Fusion unit can run on pure trash.
Mr. Fusion allowed the DeLorean time machine to generate the required 1.21 gigawatts to travel through the space-time continuum. The energy produced by Mr. Fusion replaced plutonium as the primary power source of the DeLorean's time travel and flight capabilities.
When Marty, Doc, and Jennifer arrive in the year 2015, a few logos are spotted for Fusion Industries on the power generators in the ally they land in. The generators resemble the shape of a very small truck.
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Quote:
Isaltino Morais condenado 7 anos de prisão
O Tribunal de Sintra condenou Isaltino Morais a uma pena de prisão efectiva de 7 anos e à perda imediata do seu mandato. O autarca já anunciou que irá recorrer desta decisão do tribunal. Isaltino Morais foi considerado culpado por quatro dos sete crimes de que estava acusado:
- Fraude fiscal, pelo qual foi condenado a indemnizar o Estado em 463 mil euros e à pena de dois anos de prisão;
- Abuso de poder, pelo qual foi condenado a uma pena de prisão de um ano e três meses;
- Corrupção activa, pelo qual foi condenado a três anos e sete meses de prisão;
- Branqueamento de capital, pelo qual foi condenado a uma pena de quatro anos de prisão.
O crime de corrupção diz respeito aos negócios com João Algarvio, o delito de abuso de poder está relacionado com os terrenos em Cabo Verde que lhe foram oferecidos e o terceiro crime, de fraude fiscal, tem que ver com o depósito de dinheiro em contas no estrangeiro.
Ficou provado que Isaltino Morais agiu de forma propositada ao depositar dinheiro nas contas dos colaboradores e em contas do banco UBS, tentando desta forma aparentar que o dinheiro não lhe pertencia. Ao abrir contas no estrangeiro, Isaltino Morais procurou apenas esconder ao fisco a existência dessas mesmas contas.
Tão pouco ficou provado que Isaltino Morais tenha assumido funções no Pelouro do Urbanismo da Câmara Municipal de Oeiras com o objectivo de obter benefícios próprios. Também não ficou provado que o autarca tenha optado por contratar familiares como colaboradores, no sentido de poder obter benefícios próprios.
Por outro lado, quanto à acusação de que Isaltino Morais teria dado a entender a empreiteiros, construtores e promotores imobiliários que o licenciamento dos respectivos projectos deveria acontecer apenas mediante a entrega de gratificações e outros benefícios financeiros, o Tribunal entendeu que não ficou provada.
No mesmo sentido, ficou por comprovar que o dinheiro fosse entregue em envelopes no gabinete de Isaltino Morais – quantias que seriam alegadamente depositadas em contas alheias pelos próprios colaboradores de Isaltino Morais.
Recorde-se que o procurador do Ministério Público, durante as alegações finais, pediu ao Tribunal um mínimo de cinco anos prisão efectiva para o autarca bem como a inibição do exercício de cargos públicos durante o mesmo período de tempo.