Johnny wrote:
ó ceno, não tem nada a ver com frustração...
tu no infantário chamava os professores de "tio" ou "tia", já no secundário não iam achar muita piada a isso...
90% dos docentes do meu curso fazem investigação ou desenvolvem projectos para empresas e alguns são mesmo funcionários de outras empresas. Os frustrados contam-se pelos dedos de uma mão...
Desculpa, mas não concordo. Acho que a generalidade dos professores reconhece que os caloiros hoje em dia têm um nível de maturidade baixo relativamente ao que será de esperar num aluno universitário e mesmo os professores mais conservadores dificilmente se sentem ofendidos por levar com um
stôr.
De facto, a experiência universitária é mais pessoal e motiva uma relação professor/aluno muito mais chegada do que o próprio secundário, mesmo o número de alunos sendo maior. Do meu ponto de vista a proliferação desse tipo de tratamento mais formal, sendo forçado, é um contra-senso. Os professores universitários devem ser aqueles que menos se têm de preocupar (e que de facto menos se preocupam) com questões de educação comportamental.
Ainda mais, se todos os adversários políticos e entrevistadores podem tratar a Manuela Ferreira Leite por
sôtôra, acho que tudo serve.
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